Meu plano de saúde está muito caro. O que fazer?

Meu Plano de Saúde está muito caro. O que fazer? Está é uma pergunta que muitos brasileiros andam fazendo ultimamente. Em um cenário econômico desafiador qual o Brasil enfrenta, uma das maiores preocupações dos brasileiros é o controle de despesas. Por conta desse fator econômico, a saúde acaba sendo um dos itens para a redução de custos. Contudo, o convênio médico é garantia de atendimento rápido e seguro para o beneficiário e sua família, caso não fique à mercê do Sistema Público de Saúde. Uma das alternativas pode ser a redução da mensalidade do plano para que ele se encaixe no orçamento.

Confira algumas dicas que podem auxiliar a reduzir a mensalidade do seu plano:

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Coparticipação

A Coparticipação é uma excelente ferramenta para reduzir os custos com plano de saúde. Nessa modalidade, o cliente paga uma pequena porcentagem dos procedimentos que utilizar. Em contrapartida, o custo da mensalidade diminui. Nesse tipo de plano, é possível reduzir em até 30% o valor da mensalidade. Isso ocorre devido a economia das operadoras, que, consequentemente, é repassada ao beneficiário.

Essa é uma boa opção para quem não usa o plano com tanta frequência. Porém, é bom ficar atento se você utiliza muito a assistência médica, isso porque, nesse caso, a mensalidade e o valor dos procedimentos podem ficar acima do esperado.

 

Readequar o plano

No plano de saúde é necessário revisar o contrato, pelo menos, a cada três anos. Ao contrário do que ocorre com o seguro auto, quanto mais tempo temos o plano de saúde, maior a chance de ter um produto com a cobertura defasada em comparação com os concorrentes e com um baixo custo x benefício. Isso por que as tabelas de preços e rede a credenciada são atualizados com frequência. Dessa forma, é provável que você esteja pagando caro em coberturas que não utiliza, ou que existam produtos mais vantajosos para sua necessidade.

Nesse caso, o ideal é conversar com a sua operadora para verificar quais são os outros planos disponíveis e encontrar um que caiba no seu bolso, e ainda possuir todas as coberturas que você precisa. Realizando essa mudança, é possível conseguir uma economia considerável na mensalidade, mas só é preciso se atentar para não deixar nenhum tipo de atendimento importante de fora.

 

Trocar de operadora

Para garantir preços e coberturas competitivas, existem diferenças de valores entre os planos de acordo com a operadora. Se você já avaliou as opções disponíveis em sua operadora e nada se adequou ao seu orçamento, uma alternativa pode ser a troca de operadora. É importante também que, nesse caso, se aproveite a carência do seu plano antigo, pois assim não será preciso esperar para poder usar o atendimento médico. Mas antes de fazer a alteração de operadora, procure comparar a relação custo x benefício dos dois planos.

 

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Plano de saúde coletivo

Outra forma para reduzir os custos com planos de saúde é analisar a possibilidade de migrar de um plano individual/familiar para um coletivo, que costumam ter uma mensalidade menor do que os demais. Se você possui CNPJ é possível contratar um plano PME e incluir membros de sua família como dependentes. Para quem não tem empresa, uma possibilidade é buscar por entidades de classe, que costumam oferecer convênios para planos de saúde dessa modalidade.

 

Consultoria

Para conseguir um bom resultado nos itens anteriores, é indispensável uma boa consultoria na hora de selecionar uma opção de plano que seja condizente com as suas reais necessidades. As corretoras estão habituadas com as diferenças entre os planos e, por conta disso, possuem a expertise necessária para recomendar a melhor opção para cada companhia.

 

Reajuste do Plano de Saúde

Não há dúvidas a importância do Plano de Saúde e a garantia de muitos benefícios que possam ser levados em conta na hora da contratação de um plano. No entanto, é importante entender o tipo de reajuste para não se assustar no momento da renovação da apólice.

É muito importante ter a compressão da dinâmica dos reajustes, a fim de antecipar as tendências de custos mais preparados para as estratégias na tomada da decisão na hora de renovar ou não o plano escolhido. Os planos individuais/familiares têm dois tipos de reajuste: anual, que é regulado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), e por faixa etária. Já em relação ao plano coletivo são três: anual (não regulado pela ANS), por faixa etária e por sinistralidade, que leva em conta a frequência de uso dos serviços.

 

Carência

É normal que surjam algumas dúvidas, principalmente em relação a carência do plano de saúde, que é o prazo em que o consumidor não tem acesso, ou tem acesso limitado às coberturas previstas no contrato. Muitas pessoas se questionam se existe a possibilidade de trocar o plano de saúde atual por um novo, sem precisar cumprir carência novamente. A ANS, agência reguladora, estabelece que é sim possível realizar a portabilidade de carência. Nesse caso, todos os beneficiários de planos individuais, familiares ou coletivos por adesão podem levar para o novo plano os prazos de carência que cumpriu no plano anterior.

É valido lembrar que a portabilidade de carência só é possível se o consumidor estiver com o pagamento em dia e possuir o plano de saúde por, pelo menos, dois anos. Além disso, o prazo sobe para três anos em caso de doença ou lesão preexistente, ou seja, quando o segurado já apresentava alguma doença quando contratou o plano de saúde.

Já a portabilidade especial pode ser solicitada, independentemente do tipo de plano de saúde e da data da assinatura do contrato, nos seguintes casos:

  •  Operadora que tenha seu registro cancelado pela ANS ou que esteja em processo de Liquidação Extrajudicial (falência);
  • Por dependente que perdeu seu vínculo com o plano, seja por falecimento do titular, ou em decorrência de perda da condição para continuar no plano como dependente;
  • Por ex-empregado demitido ou exonerado sem justa causa ou aposentado durante o período de manutenção da condição de beneficiário garantida pelos artigos 30 e 31 da Lei 9.656/98.

Para a isenção de nova carência, também é necessário que o plano escolhido seja compatível com o anterior, em relação a cobertura – ambulatorial, hospitalar, com ou sem obstetrícia – e faixa de preço, que deverá ser igual ou inferior ao plano anterior.

 

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DATA
25-09-17
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